CONFERÊNCIA
Fernando Lopes-Graça e a Literatura Moderna Brasileira:
Suas abordagens musicais de Manuel Bandeira e Jorge Amado
19 Mai ’19 | Centro cultural de Cascais
Por Guilhermina Lopes.
Desenhando as relações de Fernando Lopes-Graça com a Literatura Brasileira, a Cátedra Cascais Interartes organiza uma conferência com título “Fernando Lopes-Graça e a Literatura Moderna Brasileira: suas abordagens musicais de Manuel Bandeira e Jorge Amado”. A relação do autor com o meio intelectual brasileiro compreende duas viagens ao país (1958 e 1969), publicação de textos e apresentação de composições brasileiras em Portugal, composições de temática brasileira e uma vastíssima correspondência.
FERNANDO LOPES-GRAÇA E A LITERATURA MODERNA BRASILEIRA
RECITAL
Fernando Lopes-Graça e a poesia brasileira
26 Mai ’19 | Centro Cultural de Cascais
Guilhermina Lopes, soprano
Carla Ruaro, piano
Com foco na relação entre Fernando Lopes-Graça e o meio musical e literário brasileiro, o recital comentado “Fernando Lopes-Graça e a poesia brasileira” contempla algumas canções com as quais o compositor teve contato durante sua primeira visita ao Brasil em 1958, por ocasião de um recital/sarau dedicado a Manuel Bandeira. Também fazem parte do programa canções brasileiras apresentadas em Portugal na década de 40 do século XX.
Programa do Recital
Oscar Lorenzo Fernández (1897-1948)
Toada p’rá você – poema de Mário de Andrade (1893-1945)
Canção do mar – poema de Manuel Bandeira (1886-1968)
Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
Cromo n° 2 – poema de Abílio Barreto (1883-1957)
Cromo n° 3 – poema de Bernardino Lopes (1859-1916)
Canção do carreiro – poema de Ribeiro Couto (1898-1963)
Thiago Albuquerque (1981)
Albery Albuquerque (1956)
A flauta e o curió (piano solo)
Fernando Lopes-Graça (1906-1994)
Desafio – poema de Manuel Bandeira
Mozart Camargo Guarnieri (1907-1993)
Teus olhos verdes – poema de Antônio Messias (?)
Vai, Azulão – poema de Manuel Bandeira
Heitor Villa-Lobos
Viriato Corrêa (1884-1967)
Lundu da Marquesa de Santos
Oscar Lorenzo Fernández
Jorge de Lima (1893-1953)
Essa negra Fulô
AMIGO DA
FUNDAÇÃO




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