«De João Abel Manta, retenhamos contudo a exigência com que sempre encarou a pintura, renovando constantemente a sua própria prática e revelando uma atenção às questões que a arte se colocou a si própria através dos tempos: enquanto que, na devida época, foi possível aproximar as suas obras à Pop, por exemplo, na mesma exposição de 2009 incluía uma série notável de retratos imaginários de personagens famosos, realizados com uma técnica mais expressiva que recorda Francis Bacon, numa lista que ia de Degas a Moriarty ou Billy the Kid.» Luísa Soares de Oliveira, Os rostos das memórias

