«Metódico, organizado, problemático, não simpático para toda a gente e conservador de ideias revolucionárias, Lopes-Graça reflectiu na sua música essa mesma personalidade, parecendo-me ocioso indagar se os seus conceitos harmónicos seriam tonais, atonais ou politonais: eram aqueles que, em determinadas circunstâncias, lhe pareceram ser os mais justos.» (António Victorino d’Almeida, Toda a música que eu conheço)