«Herberto Helder desenha um território partilhado pelas duas artes [poesia e cinema], definindo-o pelo trânsito entre uma e outra. O poeta sublinha … a importância da proliferação e articulação das imagens, a tensão que as organiza, a fluência e a rapidez do movimento que lhes é inerente.» (Rosa Maria Martelo, O cinema da poesia)