A programação de Em Voz Alta, os nossos Poetas em 2020 começa com um novo formato digital, os recitais serão disponibilizados através das páginas do Facebook do Bairro dos Museus e da Fundação D. Luís e do canal do Youtube da Fundação D. Luís I
Serão pequenos pontos de poucos minutos com poemas do respectivo Autor e também de poetas que estão próximos próximos. Pois um poeta existe com aquilo que leu e aquilo que se lhe seguiu. Será assim que, em torno destas poetas, ouviremos os Artistas Unidos ler Camões, Camilo Pessanha, Nemésio, Mário Dionísio, Afonso Duarte, O´Neill, Mario Cesariny, Nuno Júdice, Garrett, Antero, Herberto, Manuel António Pina, Gastão Cruz. ..
Leituras pelos Artistas Unidos
ONLINE À QUARTA E AO DOMINGO A PARTIR DAS 10H
Os atores Catarina Wallenstein, João Meireles, Lia Gama, Luís Lucas, Manuel Wiborg, Maria João Luís, Nuno Gonçalo Rodrigues e Jorge Silva Melo lêem poetas portugueses Em Voz Alta.
Ler um poeta
Jorge Silva Melo
Em Voz Alta
Salvato Teles de Menezes
20 Jun » 18 Jul ’20
CARLOS DE OLIVEIRA
CARLOS DE OLIVEIRA (1921-1981) Frequentou a Universidade de Coimbra nos anos 40 do séc. XX e é precisamente neste período que despertou para a escrita, no seio do movimento neorrealista, tendo publicado Turismo, o primeiro livro de poemas e Casa na Duna, o primeiro romance. Em 1953 publica Uma Abelha na Chuva, mais tarde adaptado ao cinema, considerada uma das obras mais importantes da literatura portuguesa do séc. XX. O livro de poemas Cantata marcou a evolução da sua obra poética, mencionada, posteriormente, entre uma poesia contemporânea de referência. Publicou em 1978 a obra Finisterra, renovadora do romance português.
19 Set» 23 Out ’20
LUÍS DE CASTRO MENDES
LUÍS FILIPE CASTRO MENDES (1950) Poeta e ficcionista português, diplomata de carreira, Luís Filipe Castro Mendes nasceu em 1950 e, ainda muito jovem, entre 1965 e 1967, foi colaborador do jornal Diário de Lisboa-Juvenil. Em 1974, licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa. Teve atividade política militante antes do 25 de abril e entre 1974 e 1977, ano em que iniciou a sua carreira diplomática. Foi cônsul geral no Rio de Janeiro, embaixador de Portugal em Budapeste, Nova Deli, UNESCO-Paris e finalmente junto do Conselho da Europa em Estrasburgo. Foi Ministro da Cultura entre 2016 e 2018. Publica o seu primeiro livro (Recados) em 1983, seguindo-se Areias Escuras (1984), Seis Elegias e Outros Poemas (1985), A Ilha dos Mortos (1991), O Jogo de Fazer Versos (1994), Viagem de inverno ( 1993), Correspondência Secreta (1995), Modos de música (1996) e Outras Canções (1998). De 2001 é o livro Os Dias Inventados e em 2011 publica Lendas da Índia, em 2014 A Misericórdia dos Mercados e em 2016 Outro Ulisses regressa a casa. Em 2018 publica uma coletânea de Poemas Reunidos.
24 Out » 20 Nov ’20
JOSÉ GOMES FERREIRA
JOSÉ GOMES FERREIRA (1900-1985) Escritor e poeta português, estudou nos liceus de Camões e de Gil Vicente onde teve o primeiro contato com a poesia. Colaborou com Fernando Pessoa, ainda muito jovem. Está em todos os grandes momentos “democráticos e antifascistas” e colabora com outros poetas neorrealistas num álbum de canções revolucionárias compostas por Fernando Lopes Graça, com a sua canção Não fiques para trás, ó companheiro. A sua poesia encontra-se coligida em Poeta Militante (6 vols., 1977-78). No domínio da ficção, publicou O Mundo dos Outros (1950), Aventuras Maravilhosas de João Sem Medo (1963), Tempo Escandinavo (1969) e O Irreal Quotidiano (1971). Merecem também referência como suas memórias, com o título A Memória das Palavras (ou o Gosto de Falar de Mim) (1965).
21 Novembro » 18 Dez ’20
MANUEL RESENDE
MANUEL RESENDE (1948) Nascido no Porto e herdeiro, ainda que não assumido, das tradições literárias anarquista e surrealista tem dedicado grande parte da sua vida à poesia, quer como autor, quer como tradutor principalmente do grego. Estreou-se, em 1983, com Natureza Morta com Desodorizante, a que se seguiria. Em Qualquer Lugar (1998) e O Mundo Clamoroso, Ainda (2004). Em 2018 a editora Cotovia reuniu a sua obra em Poesia Reunida.
19 Dez ’20 » 15 Jan ’21
ANTÓNIO FRANCO ALEXANDRE
ANTÓNIO FRANCO ALEXANDRE (1944) Estreou-se na década de sessenta, mas é a partir da publicação de Sem Palavras nem Coisas (1974) que a sua obra se afirma. Em 1996 reúne toda a sua poesia (com fundamental do primeiro livro, Distância) em Poemas. Em 1999, publicou Quatro Caprichos. A partir de 2000, publica mais três obras: Uma Fábula (2001), Duende (2002) e Aracne (2004).
16 Jan » 12 Fev ’20
FERNANDO ASSIS PACHECO
FERNANDO ASSIS PACHECO (1937-1995) Nasceu em Coimbra, onde se licenciou em Filologia Germânica e onde viveu até iniciar o serviço militar, em 1961. Na juventude, foi ator de teatro e redator da revista Vértice. Cumpriu parte do serviço militar em Portugal, tendo seguido como expedicionário para Angola, onde esteve até 1965. Nunca conheceu outra profissão que não fosse o jornalismo: deixou a sua marca de grande repórter no Diário de Lisboa, na República, no Jornal de Letras, Artes e Ideias, no Musicalíssimo e no Se7e, onde foi diretor-adjunto. Foi também redator e chefe de redação de O Jornal, semanário onde durante dez anos exerceu crítica literária, e colaborador da RTP. Cuidar dos Vivos (1963) foi o seu livro de estreia. Entre os demais livros que publicou, escolheu-se Variações em Sousa, Walt e Trabalhos e Paixões de Benito Prada.
AMIGO DA
FUNDAÇÃO




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